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"Em 2014, não tivemos congestionamento no Porto de Santos", diz funcionário

Fonte: Revista Globo Rural

Participante do Fórum Caminhos da Safra que atua no local disse que empresas foram obrigadas a interligar seus sistemas à Codesp neste ano

 
Os caminhões que chegaram ao Porto de Santos, em Santos, no litoral paulista, durante os meses de safra neste ano - janeiro, fevereiro e março - não provocaram nenhum congestionamento na região, segundo Osvaldo Barbosa, funcionário do porto, que participou na manhã da última terça-feira (16/9) do Fórum Caminhos da Safra, evento promovido pela revista Globo Rural, em São Paulo (SP).
 
Barbosa contou à plateia que isso se deveu à obrigatoriedade das empresas que administram os terminais no porto interligarem seus sistemas de agendamento com o sistema da Companhia de Docas do Estado de São Paulo (Codesp). "Isso existe desde o ano de 2006, mas somente agora foi colocado em prática. As empresas sabem exatamente o trabalho que têm que fazer e depois do ocorrido no ano passado, foi instituída a interligação", disse Osvaldo. "Em 2006 esse problema poderia ter sido resolvido e não foi", reforçou.
 
Segundo ele, é obrigatório que as empresas que atuam no Porto de Santos, disponibilizem estacionamentos - próprios ou alugados - para os caminhões. Ele cita que o Eco-Páteo Cubatão possui 3,5 mil vagas. E o projeto do Eco-Páteo Imigrantes previa outras 5 mil vagas. "Solucionaria o problema do Porto de Santos. Não tem que ter congestionamento".
 
Ainda de acordo com ele, no ano passado, os produtores rurais e as imensas cargas de soja que chegavam ao porto "levaram" a culpa pelos congestionamentos, mas isso foi uma injustiça. "No ano passado, a prefeitura de Cubatão decidiu fechar os terminais durante a noite, quando a média de caminhões que chegavam a região era de 12 mil por dia", contou.
 
Hoje, segundo ele, os congestionamentos no local estão sendo provocados no terminal de contêneires vazios e na Avenida Plínio de Queiroz (retorno), onde se realizam os pagamentos dos fretes. "Não tem nem onde parar e aí, a fila chega lá na rodovia".
 

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