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Bolsonaro dá cano

Fonte: G1 Santos
 
Bolsonaro não comparece a visita a Codesp e decepciona portuários, que realizam ato pacífico.
 
Presidente resolveu antecipar retorno à Brasília. Sindicatos dizem que irão enviar ofício ao presidente com reivindicações dos trabalhadores portuários.
 
 
Dezenas de trabalhadores portuários estiveram, no início da tarde desta segunda-feira (13), em frente ao prédio da Codesp, onde estava prevista a visita do presidente Jair Bolsonaro. O objetivo dos trabalhadores era apresentar reivindicações da categoria. O presidente antecipou o retorno à Brasília e não compareceu, o que provocou decepção aos trabalhadores.
 
Os portuários foram para frente do prédio da Codesp, localizado na avenida Rodrigues Alves, em Santos, e estenderam vários cartazes. A diretoria do Sindicato dos Estivadores (Sindestiva) e do Sindicato dos Empregados Terrestres em Transportes Aquaviários e Operadores Portuários do Estado de São Paulo (Settaport) organizaram a manifestação.
 
"Esperávamos nessa oportunidade poder entregar pessoalmente, ao presidente Bolsonaro, as nossas reivindicações por meio de um ofício, o qual solicita garantias para os trabalhadores avulsos, já que em um vídeo durante a sua campanha alegou que daria uma atenção a todos os trabalhadores avulsos do Brasil", explicou o Presidente do Sindestiva, Nei da Estiva.
 
Segundo Nei, a categoria enviará um oficio ao presidente com sugestões de melhorias e reivindicações dos trabalhadores. “O Porto de Santos vem passando grandes dificuldades. A imprensa notícia recordes e mais recordes, mas o trabalhador está cada vez mais empobrecendo. A cidade empobrece quando o trabalhador empobrece. Quem faz circular o dinheiro na cidade são os trabalhadores”, falou Nei.
 
“Lamentavelmente ele (presidente) não compareceu e ficamos sem ter essa resposta. Precisamos estar unidos para retomar a economia da nossa região e tem que ser através do Porto, gerando emprego e distribuindo renda para todos os portuários”, disse Chico Nogueira, presidente do Settaport.
 
Em nota, a assessoria de imprensa da Presidência da República afirmou que o Palácio do Planalto não comenta sobre o assunto.
 



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